Aracaju, 22 de janeiro de 2022

Sindesp repudia as agressões de clandestinos durante uma festa no município de Umbaúba

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O Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Sergipe (Sindesp-SE), vem à público repudiar as informações veiculadas na imprensa acerca de uma festa realizada na cidade de Umbaúba, com shows acontecidos no último final de semana, que contaram com agressões violentas contra as pessoas praticadas por uma suposta empresa de segurança privada da cidade.

A conduta dos profissionais das empresas regulares de segurança privada é totalmente inversa ao que foi divulgada nos vídeos das agressões contra as pessoas. As empresas regulares do segmento promovem treinamentos para controle de multidões e pessoas excedidas pelo álcool ou com comportamento beligerante de maneira acolhedora e com uso do diálogo. A força bruta nunca é alternativa inicial para esse tipo de procedimento, até porque os profissionais da segurança privada regular são capacitados para evitar conflitos, não os criar.

O presidente do Sindesp, Sandro Ataíde Moura, comentou o incidente, divulgado como sendo praticado por componentes de uma empresa de segurança privada. Sendo que os agressores não fazem parte de nenhuma empresa associada ao Sindesp, portanto não possuindo regulamentação pelas autoridades competentes para o exercício de sua atividade, a exemplo da Polícia Federal e Exército Brasileiro.

“O que vimos nas cenas exibidas em Umbaúba foi uma barbárie. O comportamento do profissional de segurança privada para controle de pessoas não é a violência. As empresas regulares, ou seja, aquelas que têm permissão dos órgãos reguladores da atividade, não orientam esse tipo de conduta agressiva contra as pessoas. Nosso papel é proteger as vidas, controlar possíveis problemas por meio da intervenção não-violenta, não é bater meramente por bater, como visto nas imagens. São empresas e pessoas como essas que sujam o mercado de segurança privada, sendo que não são empresas do setor de verdade. São somente, pessoas que juntam um grupo de baderneiros para agredir com a suposta desculpa de proteger. O exercício da atividade de segurança privada de forma irregular é crime e o Sindesp irá às autoridades para denunciar esse abuso acontecido em Umbaúba”.

Sandro ainda recomendou que ao realizar um evento, as prefeituras e empresas devem consultar os ofertantes do serviço através do Sindesp, para certificar-se que a empresa em questão é regulamentada para o exercício da atividade de segurança privada. Sandro Moura destacou que o sindicato está disponível para que esse tipo de serviço seja feito de forma regular.

Foto assessoria

Por Márcio Rocha

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