Aracaju, 28 de janeiro de 2022

Covid: Municípios de atuação da Rede Solidária já estão com mais de 70% da população vacinada

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O avanço da vacinação no Brasil tem possibilitado uma retomada gradual e segura das atividades sociais e de trabalho em formato presencial. No país, são mais de 130 milhões de pessoas completamente vacinadas contra a Covid-19, contabilizando, até o momento, 61,15% da população imunizada. Já no estado de Sergipe, a vacinação avançou para 58,81% da população, segundo os dados do Consórcio de Veículos de Imprensa, construído a partir dos dados das secretarias de saúde dos estados.

Nesse contexto, o Projeto Rede Solidária de Mulheres de Sergipe, realizado pela Associação de Catadoras de Mangaba de Indiaroba (Ascamai) em convênio com a Petrobras e parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), também retoma suas atividades presenciais com 100% das mulheres cadastradas e da equipe de trabalho vacinada com primeira e segunda dose, mas segue enfatizando os cuidados necessários no cenário de pandemia que ainda não acabou. “Embora a vacinação seja eficiente e esteja em andamento, a contaminação ainda é algo a se preocupar e os cuidados como o uso de máscara, higienização das mãos e atenção com as aglomerações devem ser mantidos”, alertou Mirsa Barreto, coordenadora do Projeto.

Nos sete municípios sergipanos em que o Projeto Rede Solidária de Mulheres atua (Divina Pastora, Estância, Barra dos Coqueiros, Japaratuba, Indiaroba, Carmópolis e Pirambu), com cerca de 400 mulheres de oito comunidades, mais de 70% da população já foi vacinada com a segunda dose ou a dose única, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe. Alguns até já iniciaram, gradativamente, a aplicação da dose de reforço para idosos e outras categorias de risco.

Para Mirsa Barreto, coordenadora do Projeto, as mulheres que vão participar das ações da Rede devem sentir segurança no ambiente em que estarão inseridas, assim como a proteção da equipe também deve ser assegurada. “É importante confiar nos avanços da ciência e entender que a vacinação contra a Covid-19 é o meio mais seguro que temos para retomar as atividades presenciais e superar essa pandemia. Nesse sentido, é importante que as pessoas tomem todas as doses disponibilizadas pelo SUS, assim como também é necessário manter os cuidados e protocolos para minimizar anda mais as chances de contágio. Essa é a nossa preocupação e, por isso, estamos muito aliviadas e felizes em iniciar o projeto num cenário bem melhor do enfrentamento a pandemia”, afirmou.

Para Alyne Fontes, engenheira florestal, é importante que, na retomada das oficinas, todas mulheres estejam com o ciclo vacinal completo para o bem não só delas, como também das outras pessoas. “As mulheres estarão juntas no mesmo espaço e, querendo ou não, a circulação do vírus pode ser mais ativa. Pensando não só em nós, mas também nas outras pessoas, tomar vacina é um ato de respeito. Por mais que seja uma escolha individual, tomar vacina é uma questão de saúde pública, fazemos isso por nós, pelos nossos familiares e pelas outras mulheres”, enfatizou Alyne, que vai realizar ao longo de dois anos as oficinas de agroecologia do Projeto.

Com o objetivo de garantir a proteção às comunidades durante o período de execução do Projeto, a equipe técnica elaborou uma cartilha de protocolos de biossegurança, que foi consolidada no webinário “Prevenção à COVID-19: orientações para realização de atividades as Rede Solidária”, realizado no último dia 30 de novembro e disponível no canal do YouTube da Rede Solidária de Mulheres.

Foto assessoria

Foto Agatha Silva

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