Aracaju, 16 de janeiro de 2022

Profissional Enfermagem é chave na detecção e tratamento de HIV

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A mais numerosa categoria da saúde tem papel essencial no combate a esta epidemia

Em 2020, o Brasil registrou 10.417 óbitos decorrentes da Aids, contra 10.687 no ano anterior, o que representa uma diminuição de apenas 2,52%. Neste ano de 2021, segundo o Ministério da Saúde, 45 mil novos pacientes iniciaram a terapia antirretroviral no país, de um total de 694 mil pessoas em tratamento para a doença.

Esse número significa que 81% das pessoas diagnosticadas com HIV, o vírus causador da Aids, em todo o país, estão recebendo tratamento ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 95% já não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido carga viral suprimida, devido ao tratamento. Uma marca que ultrapassa a meta das Nações Unidas, que é de 90%.

O profissional de Enfermagem é ator chave no processo de detecção e tratamento da epidemia de HIV/Aids. No Brasil, os enfermeiros realizam testagem rápida de HIV, sífilis e hepatites virais, seguindo protocolos do Ministério da Saúde. Trata-se da maior categoria entre os profissionais de saúde no país, com 2.565.116 profissionais entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, de acordo com dados do Conselho Federal da categoria (Cofen).

Papel da enfermagem

Além da missão de atuar com a prevenção e conscientização contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e Aids, o profissional de enfermagem também atua no acolhimento humanizado e na correta orientação ao paciente, bem como na aproximação com a comunidade a partir de estratégias de sensibilização de diferentes públicos da população.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) ressalta a importância do trabalho da Enfermagem para alcançar o objetivo global 90-90-90, que prevê a testagem de 90% da população, o tratamento de 90% das pessoas que vivem com HIV e a redução da carga viral de 90% dos tratados a níveis indetectáveis. Para tanto, alguns especialistas defendem a ampliação da presença de enfermeiras e enfermeiros para buscar as metas estabelecidas pela OMS contra a Aids.

Um ponto de discussão nesse objetivo diz respeito à definição do escopo de práticas destes profissionais no Brasil, para que as políticas públicas de saúde possam avançar ainda mais. Tema este que é trabalhado desde a formação destes profissionais nas faculdades de Enfermagem.

O Grupo Tiradentes, que oferece o curso na Universidade Tiradentes (Unit Sergipe), na Faculdade São Luís de França (FSLF), e nos Centros Universitários Tiradentes (Unit Pernambuco e Unit Alagoas), preocupa-se em preparar profissionais com diferencial técnico científico para atuar nos postos de atendimento em saúde à população.

Tratamento

O Brasil é exemplo por ter sido um dos primeiros países a terem tratamento disponível para Aids. Medicamentos antirretrovirais (ARV) são ofertados pelo SUS desde 1996, e metade deles já é produzida no país. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico. Apesar dessa política, óbitos continuam acontecendo, mostrando que a prevenção deve continuar sendo fortemente trabalhada, entre as diferentes faixas etárias da população.

Assessoria de Imprensa

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