Aracaju, 24 de janeiro de 2022

Hemose alerta para importância de ser um doador de medula óssea

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O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) deu início as ações da Semana Nacional para Mobilização para Doador de Medula Óssea, com uma palestra de sensibilização, que mobilizou funcionários da Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe) em Estância.

Durante a atividade nesta terça-feira, 14, a assistente social, Adineuza Cardoso, destacou a importância de fazer o cadastro para ajudar a cura de pacientes com diagnóstico de leucemias (câncer de medula óssea), linfomas, doenças originadas do sistema imune em geral dos gânglios e do baço ou ainda anemias graves adquiridas ou congênitas.

“As chances de encontrar um doador compatível aparentado é 25% e fora da família é uma, em cem mil. Então quem faz esse cadastro está dando uma chance de cura para algum paciente que aguarda para realizar o procedimento”, revelou Adineuza ao explicar. “As informações do doador ficam no banco de dados do Registro Nacional de Doador de Medula Óssea – Redome”, detalhou.

Sensível a causa a engenheira eletricista, Renata Figueiredo Leite, 26 anos, decidiu fazer o cadastro. “Acredito que o desejo maior é ajudar”, disse. Doadora de sangue, Letícia Tatiane Muniz Santos, 27 anos, que trabalha na área comercial, salientou a empatia. “É interessante a gente se colocar na posição do outro. Por isso, preenchi meu cadastro”, completou.

Responsabilidade social

A atividade também integra a Sipat da Sulgipe que busca a conscientização dos funcionários quanto a segurança no trabalho e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s). “Quero agradecer aos profissionais do Hemose por virem até aqui, e a todos os funcionários por estarem empenhados em participar e colaborar com a Sipat e o cadastro para doador de medula óssea”, salientou o presidente da Sulgipe, Yvette Batalha Leite.

Cadastro

Para ser um doador de medula, o voluntário  preenche um formulário com informações pessoais e doa uma amostra com 5ml de sangue para exame de Histocompatibilidade – HLA, que estuda as características genéticas da pessoa. Após as análises, o resultado é inserido no banco de dados do Redome e são cruzadas com o Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme) sob a coordenação do Instituto Nacional do Câncer (Inca) que faz a busca ativa de doadores compatíveis.

Requisitos

Para fazer o cadastro de medula óssea o voluntário precisa ter idade entre 18 a 34 anos, estar bem de saúde, não ter contraído hepatite após 11 anos, nem ter feito quimioterapia ou radioterapia. Pessoas dependentes de insulina não podem ser doadores de medula. Mais informações através dos telefones: (79) 3225-8039 3259-3174 e 99191-2977.

Fonte e foto assessoria

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