Aracaju, 16 de janeiro de 2022

Perda de cabelo causada por Alopecia areata tem tratamento

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Apenas 1% dos brasileiros é acometido pela doença autoimune que pode ser controlada com ajuda médica.

Estima-se que a perda de cabelo em áreas específicas do corpo afeta apenas 1% dos brasileiros. Geralmente, ela é causada pela Alopecia areata, uma doença autoimune que em diversos casos não tem cura, mas que possui tratamentos diversos e que pode ser controlada com medicamentos.

Segundo o médico dermatologista e patologista, professor no curso de medicina da Universidade Tiradentes (Unit), Charles Godoy, a doença afeta diretamente o nascimento dos fios. “A Alopecia areata é uma doença autoimune onde o bulbo capilar é atacado por células de defesa do nosso corpo. Essas células acabam alterando o metabolismo do bulbo, fazendo com que o cabelo não cresça”, esclareceu.

Existem sete tipos de Alopécia. Cada uma é provocada por causas variadas, como herança genérica, dermatite ou traumas, estresse e outras doenças autoimunes, a exemplo da Tireoidite de Hashimoto. “O tipo mais comum, inclusive, o leigo chama de pelada, onde surge uma área circunscrita sem cabelo. Não apresenta descamação, mas a região pode ficar dolorida ou coçar”, exemplificou Godoy. Alguns tipos raros da doença podem fazer com que a pessoa perca não só cabelo, mas percam também pelos pubianos, cílios e sobrancelhas.

A Alopecia areata tem tratamento. “Dependendo da faixa etária e do grau de extensão, o tratamento pode ser com uso de medicamentos. A psicoterapia também costuma ajudar muito, principalmente em crianças ou quando há relação direta com estresse ou fatores psicológicos. Outra opção de tratamento é a infiltração de corticoides, que são injeções aplicadas no local”, destacou.

Um dos mais novos tratamentos é com o metotrexato, mas o médico chama a atenção para que o paciente procure auxílio médico para o tratamento apropriado.

O metotrexato é uma formulação utilizada nos tratamentos mais recentes, mas não pode ser utilizado por todos, por isso, Godoy alerta que o paciente procure ajuda médica. “É fundamental procurar um dermatologista para obter a prescrição dos medicamentos, se for o caso, uma vez que eles podem apresentar importantes efeitos colaterais. Então, tem que ter o cuidado médico. Não dá para se automedicar no tratamento da Alopecia areata”, enfatizou.

Assessoria de Imprensa

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