Aracaju, 24 de janeiro de 2022

Edvaldo autoriza início das obras do conjunto das Mangabeiras

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“É um sonho que vai se realizando e tornando realidade a transformação na vida de 1 mil famílias que terão uma casa digna para morar”. A afirmação é do prefeito Edvaldo Nogueira ao assinar, na manhã desta segunda-feira, 20, a autorização para início das obras de infraestrutura do conjunto habitacional Mangabeiras Irmã Dulce dos Pobres. A solenidade, que ocorreu no local onde as intervenções já começaram a ser executadas, contou com a presença da comunidade, que expressou sua felicidade e esperança por dias melhores.

A dona de casa Maria do Carmo Conceição disse que aguardou “ansiosamente” pelo início das obras. “Estava muito ansiosa, esperando por este momento, pois a Prefeitura nos retirou da ocupação há um ano, nos colocou em casas alugadas, o que já melhorou a nossa situação, mas a nossa ansiedade é pela nossa casa própria, então hoje é um dia muito feliz, pois é mais um passo dado para a realização do nosso sonho”, disse.

As obras, cuja autorização foi assinada nesta segunda pelo prefeito, receberão um investimento de R$ 15,5 milhões e envolverão a implantação das redes de drenagem, de  esgotamento sanitário, de sistemas de abastecimento de água potável e de energia elétrica, abertura de 19 ruas, pavimentação asfáltica e acessibilidade, além da topografia e do cercamento da reserva extrativista.

“Conseguimos os recursos para esta obra há dois anos e de lá até aqui, temos trabalhado incansavelmente para tornar este projeto uma realidade. Retiramos as famílias que ocupavam a área e viviam em situação muito difícil, inserimos todas elas no aluguel social, elaboramos os projetos, mas, infelizmente, a obra foi embargada por causa de uma ação judicial. Mas quis Deus e quis a Justiça que alcançassemos uma importante vitória junto ao Juízo da 5ª Região Federal e hoje estamos começando a concretização deste sonho”, declarou Edvaldo.

O prefeito destacou que as primeiras obras de infraestrutura – terraplanagem, esgotamento sanitário, arruamento e instalação de energia elétrica – criarão todas as condições para a construção das 1.102 casas. “Daremos para estas famílias um lugar digno, com o padrão que a nossa gestão sempre entrega e que pode ser visto no bairro 17 de Março. A gente resolve um grave problema de déficit habitacional da cidade e assegura mais moradia, dignidade e qualidade de vida para mais de 1 mil famílias”, ressaltou.

Edvaldo pontuou, ainda, que o novo núcleo residencial terá uma característica inédita que é a manutenção da reserva ambiental, totalmente protegida. “É uma obra que preserva o meio ambiente, o que deixa claro o meu compromisso com a sustentabilidade, e assegura habitação”, reiterou.

Serão 90 mil metros quadrados protegidos para a preservação das mangabeiras. “Ampliamos a área que seria, inicialmente, de 50 mil m² para 90 mil m². E já neste primeiro momento faremos todo o cercamento, para que a movimentação da obra de infraestrutura não cause qualquer tipo de degradação ambiental”, explicou o presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Sérgio Ferrari Vargas.

O secretário municipal do Meio Ambiente, Alan Lemos, detalhou que a reserva ambiental foi uma “pré-condição para que o sistema se mantivesse sustentável”. “As mangabeiras estarão protegidas, para o usufruto daquelas famílias que já atuam aqui e assim iremos restabelecer o equilíbrio e a sustentabilidade, uma vez que  o processo de degradação que ocorria aqui era muito acentuado, houve grande devastação da vegetação e, por isso, criamos uma reserva para justamente preservar as mangabeiras, com todos os cuidados necessários, o que inclui um Plano de Manejo, um conselho deliberativo, o próprio cercamento da área e o repovoamento de áreas devastadas”, frisou.

Projeto

Com um investimento de R$ 124 milhões, a Prefeitura de Aracaju construirá um complexo habitacional onde antes existia a Ocupação das Mangabeiras. Para a execução do projeto, a gestão municipal realocou mais de 1 mil famílias que residiam por mais de cinco anos na ocupação, todas foram levadas para casas alugadas pela Prefeitura onde permanecerão até que as obras sejam finalizadas.

“A nossa expectativa é por um futuro melhor. Teremos uma residência, teremos mais segurança, teremos tranquilidade. Aquilo que está dito na Constituição sobre o direito à moradia está sendo cumprido pela Prefeitura”, afirmou o senhor Cosme França, um dos beneficiados pelo projeto.

Foto: Ana Lícia Menezes/PMA

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