Aracaju, 24 de janeiro de 2022

Secretaria de Estado da Saúde acompanha casos de Influenza A H3N2 e orienta sobre os cuidados

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O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) confirmou mais de 50 exames positivos para H3N2 advindos de municípios como Aracaju, Boquim, Capela, Gararu , Graccho Cardoso, Itabaianinha, Nossa Senhora do Socorro , Riachão do Dantas, São Cristóvão e Siriri

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está acompanhando os casos de Influenza A H3N2 que estão sendo confirmados no estado e orienta a população em relação aos cuidados necessários para que surtos não aconteçam.

O H3N2 é um subtipo de influenzavírus, tem sintomas parecidos aos de uma gripe comum e também se assemelham com os efeitos da Covid-19 no organismo infectado. O vírus circula durante o ano todo, porém, tem uma característica sazonal com predomínio nos meses de outono e inverno. Neste ano, devido às rotinas impostas pela pandemia, os casos estão aparecendo em um período incomum. O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) confirmou mais de 50 exames positivos para H3N2 advindos de municípios como Aracaju, Boquim, Capela, Gararu , Graccho Cardoso, Itabaianinha, Nossa Senhora do Socorro , Riachão do Dantas, São Cristóvão e Siriri.

“A circulação do vírus em um período que não é sazonal requer atenção, afinal, estamos numa pandemia pelo coronavírus e os sintomas da Covid-19 podem ser os mesmos que o H3N2 pode estar causando, então, isso traz uma preocupação”, explica o diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes.

O diretor da SES, que é infectologista, afirma que a retomada das atividades presenciais tem impulsionado o aumento nos números de casos. “Esse momento de flexibilização tem impulsionado avanço na transmissão, essa tem sido a causa do aumento em várias cidades a exemplo do município de Itabaianinha que concentra o maior número de casos em Sergipe, mais de trinta. A partir do momento que a Secretaria de Estado da Saúde identificou um número elevado de pessoas com síndromes gripais, foi iniciada uma investigação e, logo, verificamos que era o influenza A H3N2. Em outros municípios sergipanos também identificamos a presença do vírus, porém, sem surto da doença. A SES está vigilante, pois, sabemos que pode haver muita transmissão neste período, seguimos orientando a população em relação aos cuidados”, destaca Marco.

De acordo com o gerente, a maior parte dos casos registrados em Sergipe são de pessoas com sintomas gripais leves. “A gripe causa muito desconforto, dor no corpo, mal estar, faz com que as pessoas não frequentem o trabalho. O vírus pode avançar para formas graves sim, no Brasil já há óbitos por causa do vírus, por isso, é importante se prevenir. O que a gente conhece de prevenção da Covid-19 vem da experiência com o vírus influenza, é justamente o distanciamento social, então, se você está gripado ou com sintomas de problemas respiratórios, não frequente lugar com outras pessoas porque isso aumenta a transmissão, quando a gente observa surto é justamente por isso. É fundamental ainda seguir com a higienização das mãos e manter uso de máscaras durante esse período”, reitera Marco Aurélio Góes.

Diante deste contexto, a SES emitiu na última quinta, 16, um Alerta Epidemiológico às secretarias municipais de saúde sobre a Influenza A (H3N2). O Alerta Epidemiológico aponta a necessidade de intensificação das ações de vigilância dos casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), ocasionada pelo vírus Influenza fora do período de sazonalidade.

Fonte e foto assessoria

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