Aracaju, 28 de janeiro de 2022

Governo paga benefício do programa Sergipe Pela Infância

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Já contendo a primeira parcela do benefício, no valor de R$ 130, os cartões são entregues às famílias socialmente vulneráveis inseridas no Cadastro Único, que tenham crianças de até três anos e não estejam recebendo outro benefício da mesma fonte

O Cartão Mais Inclusão Sergipe Pela Infância, sancionado pelo governador Belivaldo Chagas no último dia 22 deste mês, já está chegando a quem mais precisa. Ao longo desta semana, o Governo do Estado fez a entrega a 67 municípios sergipanos, concretizando uma das ações estruturantes do Programa Sergipe Pela Infância (PSPI).

Já contendo a primeira parcela do benefício, no valor de R$ 130, os cartões foram entregues aos representantes das gestões municipais, que estão levando até as famílias socialmente vulneráveis inseridas no Cadastro Único, que tenham crianças de até três anos e não estejam recebendo outro benefício da mesma fonte, conforme critérios estabelecidos pela legislação.

O Programa vem sendo implementado desde agosto, de forma intersetorial com as áreas da Saúde, Educação e Assistência, e em parceria com os 75 municípios, com o objetivo de potencializar as políticas públicas para a infância executadas em nosso estado, a partir de três eixos: Gestar e Nascer; Brincar e Crescer; e Desenvolver e Aprender.

Os cartões foram entregues pelas equipes da Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (Seias) e da Vice-Governadoria do Estado (VGE). Na primeira etapa, mais de 800 famílias estão sendo contempladas com o benefício básico CMais Sergipe pela Infância (R$130 por mês) e algumas também recebem o Auxílio Gestante, em três parcelas de R$ 200. A lei prevê, ainda, a possibilidade de pagamento de um auxílio de R$ 60, em parcela única, a título de incentivo e apoio à permanência na educação infantil, para aquisição de material pedagógico.

Importância

De acordo com Rosane Cunha, coordenadora do PSPI, com a aprovação da Lei nº 8941, de 23 de dezembro de 2021, está sendo possível levar o Sergipe pela Infância para mais municípios. “Esta é uma etapa importante, em que estamos conseguindo chegar a quem mais precisa neste momento de tanta vulnerabilidade social, através do pagamento das primeiras famílias identificadas no CadÚnico e que já estão sendo acompanhadas pelo Programa Criança Feliz. O benefício vai garantir a segurança alimentar dessas famílias nesse final de ano, inclusive para a gestante, que acessa um valor um pouco maior. E estamos contando com a importante colaboração e mobilização dos municípios, na confirmação dos beneficiários e na entrega dos cartões, na ponta”.

Na avaliação de Maria Natália, coordenadora do Cadastro Único de Areia Branca, o benefício tem grande importância para a segurança alimentar das crianças. “Elas muitas vezes só têm a amamentação, mas com esses valores já podem ir inserindo outros alimentos, quando estiverem na idade. Nesse tempo de pandemia, o Governo vem com esse olhar sensível para essas famílias, não só com o Sergipe pela Infância, mas com diversos programas que criou nesse período”.  Selma França, Secretária adjunta da Assistência de Aracaju, também destacou a relevância da ação. “A gente vê o brilho nos olhos dessas crianças que são da extrema pobreza e, sobretudo, dos responsáveis, quando recebem ajuda. São gratificantes as mensagens que a gente recebe quando leva pra eles algum benefício. Só sabe o valor disso quem convive com eles. A gente só tem que agradecer ao Governo do Estado.”.

Para Vânia Correia, agente de desenvolvimento em São Cristóvão, o Programa leva melhorias para a população e circulação para o comércio local. “Eu vejo como de suma importância esse apoio para as famílias mais vulneráveis que o Governo está dando, sobretudo em razão do cuidado com as mães e crianças que realmente passam necessidade nos municípios”, disse. Eduardo Oliveira é digitador do Cadastro Único em Aparecida e atuou na triagem das famílias, juntamente com a equipe do Criança Feliz. “É um programa bastante complementar para essas famílias, que possuem baixa renda. A gente percebe que são pessoas que realmente necessitam, e que terão sua renda melhorada através da contribuição do programa”, concluiu.

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