Aracaju, 25 de janeiro de 2022

Prefeitura diz que tenta sanar impactos na coleta de lixo na Orla Sul 2

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A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), detalhou, na manhã desta quinta-feira, 6, os esforços que tem feito para minimizar os impactos ocasionados pela obra da Orla Sul 2, realizada pelo Governo do Estado, impactos esses que têm tido efeitos diretos na coleta de lixo no local e nas regiões adjacentes.

Em coletiva realizada na sede da empresa municipal, o presidente da Emsurb, Luiz Roberto Dantas, junto a coordenadores e gerentes ligados à limpeza pública da cidade, explicou os pontos que têm dificultado a coleta de lixo na Orla Sul 2 e em bairros que fazem parte do mesmo setor, como Aruana, Aeroporto e Atalaia, e também tem gerado reclamação por parte dos moradores locais e, ainda, dos donos de bares e restaurantes da região ativamente turística.

O gestor deixou claro que a obra é de suma importância para a localidade e para o fluxo turístico da capital, ressaltando a aprovação do trabalho realizado pelo Governo do Estado. No entanto, pontuou que, antes do projeto que deu vazão à obra ter sido concluído, era necessário um diálogo com outras partes, a exemplo da Prefeitura, para incluir no projeto medidas que pudessem atender todas as questões que envolvem uma obra dessa magnitude.

“Antes da obra, usávamos na coleta dois caminhões coletores, com uma coleta que ocorria apenas pela manhã. Com o início da intervenção, percebemos que algumas situações dificultaram a coleta de lixo e acabavam atrasando este serviço que, anteriormente, acontecia ao longo de sete horas, sem haver problema algum. Agora, invés de dois caminhões coletores, usamos três e passaremos a utilizar quatro, e estamos fazendo uma coleta pela manhã e outra pela tarde, somando 15 horas de recolhimento de lixo, todos os dias, naquela região, por conta da dificuldade”, afirma Luiz Roberto.

De acordo com ele, o caminhão coletor não consegue encostar nas casas de lixo e, mesmo depois da conclusão da obra, não conseguirá. “Esta é a nossa grande preocupação. E o plano de gestão feito pelo Governo diz que serão colocadas caixas estacionárias. Porém, fizemos um estudo e vimos que isso é inviável e que o melhor é voltar com as casas de lixo, mas, para chegar nas casas de lixo, é necessário que haja um acesso rebaixado, no entanto, tem a ciclovia e o calçadão, o que faz com que o caminhão não encoste. Com a grande movimentação de pessoas e de quantidade de carros estacionados, nesse período do ano, temos mais uma dificuldade para transportar o lixo dos bares para os caminhões”, o que coloca em risco, ainda, a segurança dos funcionários”, pontua ao destacar que, ao longo do trecho que corresponde à Orla Sul 2, há 21 bares.

O aumento de custo com a coleta na região foi frisado por Luiz Roberto que ressaltou, também, que é a primeira vez que a Prefeitura se debruça mais intensamente para minimizar os impactos de uma situação que não está diretamente ligada ao serviço executado pela gestão municipal.

“A coleta de lixo de Aracaju é referência e tida como o melhor serviço executado pela Prefeitura, ou seja, para nós, é como um diamante que cuidamos com todo o esmero. Portanto, o esforço que fazemos, hoje, é para garantir a oferta do serviço, mas com a excelência que ocorre no restante da cidade. Nós, que temos expertise no assunto, apresentamos nossas sugestões aos responsáveis pelo projeto e aguardamos a conclusão da obra para encontrarmos a solução mais plausível”, salienta o presidente da Emsurb.

AAN – Foto: Felipe Goettenauer

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