Os dois homens que respondem por ocultação de cadáver na chacina do Laranjal, que vitimou os irmãos Letícia da Silva Santos, 20; Lucas da Silva Santos, 15; a companheira dele, Joselene de Souza Santos, 17; e o amigo Erick Juan de Lima Silva, 20, foram liberados para responder pelo crime em liberdade e vão cumprir medidas cautelares em Sergipe.
A decisão foi publicada, nessa sexta-feira (19), pelo do juiz Alberto de Almeida, da 5ª Vara de Arapiraca, após os dois réus conseguirem o benefício de responder ao crime em liberdade.
A decisão do juiz, atendeu o pedido dos advogados dos réus, com a justificativa de que eles possuem residência fixa cidade de Gararu, no interior de Sergipe. Para permanecer em liberdade, no entanto, eles terão que cumprir medidas cautelares impostas pela justiça.
Relembre o caso
Wesley Santana e Adriano Santos Lima foram acusados de terem ajudado o escultor e colecionador de armas (CAC) Reginaldo da Silva Santana a matar as quatro pessoas e esconder os corpos delas dentro de um poço. As vítimas foram os irmãos Letícia da Silva Santos, 20 anos, e Lucas da Silva Santos, de 15 anos, a companheira de Lucas, Joselene de Souza Santos, 17 anos, e Erick Juan de Lima Silva, 20 anos, que seria companheiro de Letícia.
De acordo com as investigações, Wesley seria sobrinho de Reginaldo, que está preso desde o dia 19 de abril. Em depoimento à polícia, o colecionador contou que cometeu o crime após o sobrinho relatar que duas das vítimas haviam furtado um celular e um equipamento de trabalho da propriedade dele. O empresário teria discutido com os dois homens e executado as outras duas mulheres por terem sido testemunhas.
O empresário de 38 anos, identificado como Reginaldo da Silva Santana, também conhecido como Giba, foi preso em Arapiraca após confessar ter assassinado dois homens e duas mulheres. A Justiça decretou a prisão preventiva do empresário um dia após o crime ser descoberto, em abril deste ano. No mesmo dia, outras duas pessoas ligadas ao caso foram detidas na cidade de Nossa Senhora da Glória, no estado de Sergipe.
No momento da prisão, Reginaldo alegou ter sido furtado pelas vítimas e chegou a dizer que havia efetuado disparo acidental contra a primeira vítima, versão que posteriormente foi desconsiderada pela polícia. Ele teve a prisão em flagrante convertida em preventiva e permanece preso, aguardando julgamento.
Com informações de Destaque Noticias e 7segundos