Aracaju, 4 de abril de 2025
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Não há estruturas adequadas para as feiras-livres em Aracaju, dizem clientes

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A falta de cumprimento das exigências contratuais e concessão tem contribuído para o esvaziamento das feiras livres da capital. Essa prática, que parece inofensiva, na verdade é muito nociva e provoca o desestímulo e abandono de vários feirantes que são os maiores prejudicados, já que acordam cedo para plantar, colher, vender, pagam altas taxas aos órgãos fiscalizadores, mas o retorno estrutural é quase nenhum.

O fato de não haver uma estrutura adequada provoca a fuga dos clientes, que, por sua vez, priorizam um ambiente salubre, higienizado e com produtos devidamente conservados para o consumo.

De fato, uma simples inspeção dos futuros responsáveis pela Emsurb, na gestão da prefeita eleita Emília Correa, mostrará o descaso com esse setor, que é um forte gerador de emprego e renda. Ao mesmo tempo, poderia se debruçar em soluções que melhorem as condições de trabalho dos feirantes e proporcionem aos munícipes a aquisição de mercadorias de qualidade

Eis mais um grande desafio dentre as bolhas que Emília pretende furar. Esses vícios são antigos e causadores de todo esse descaso. Ao resolver esse caos instalado nas feiras, com certeza a credibilidade do espaço voltará. Uma ação que mostrará quem, de fato, tem compromisso com o povo.

Foto ilustração – Ascom Emsurb

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