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Aracaju, 30 de abril de 2026

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PMA altera valores pagos aos abrigadores de cães e gatos do programa

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Com intuito de garantir cuidados a animais em situação de vulnerabilidade, a Prefeitura de Aracaju, por meio do Decreto nº 7.317/2023, alterou os valores do auxílio financeiro pago a abrigadores temporários vinculados ao Aju Animal, programa desenvolvido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema).

A partir de agora, os valores pagos por cães e gatos são diferenciados, considerando que os custos para o cuidado desses animais são diferentes. Para os gatos, permanece o valor inicial, de R$ 60,00, e para os cães, foi feito um aumento gradativo de acordo com o peso. Para cachorros de até 10 quilos, o valor passa a ser R$ 90,00; para caninos acima de 10 quilos e até 25 quilos, R$ 110,00; e para os cachorros acima de 25 quilos, o valor pago será de R$ 130,00.

Para ser um abrigador temporário é preciso cadastrar-se junto à Sema, procedimento que pode ser realizado de maneira online, na plataforma AjuInteligente, ou presencialmente, na sede da secretaria, na rua Santa Luzia, bairro São José. Cada abrigador poderá adotar até, no máximo, dez animais.

Secretário municipal de Meio Ambiente, Alan Lemos destaca que, durante todo o período em que o animal está abrigado na residência do abrigador temporário, as condições de saúde do animal são de responsabilidade da administração municipal. “Cuidados como consultas, vermifugação, vacinação, todas essas necessidades que o animal tem em relação à sua condição física e de saúde são feitos pela Prefeitura de Aracaju”, pontua.

A residência que a pessoa disponibiliza para o cuidado e abrigo dos animais deve ter as condições sanitárias para que o animal possa ter um lar seguro. A expectativa é que esse animal fique no abrigo temporário por um ano. Após isso, entra o quarto componente do programa, que é o incentivo à adoção definitiva.

“O AjuAnimal é um programa desenhado dentro da perspectiva contemporânea de como deve se tratar os animais que estão nas ruas, em colônias e em casas de acumuladores. Eles precisam estar seguros e não representar um risco para os outros. O ideal é que cada animal, que porventura tenha sido abandonado, possa voltar a ter um lar definitivo. A adoção é um resultado de todo esforço feito, não só pela Prefeitura, mas pelos protetores, abrigadores e a comunidade”, destaca o secretário.

Foto: Sérgio Silva

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