Plantão criminal da papiloscopia evita falsa identificação de presos e contribui no trabalho do Ministério Público e do Poder Judiciário
O trabalho de papiloscopistas do setor Criminal do Instituto de Identificação de Sergipe Papiloscopista Wendel da Silva Gonzaga (IIWSG) foi responsável, mais uma vez, pela verdadeira identificação de um homem preso em flagrante. No ato da prisão, o homem se identificou como Diego Costa, mas acabou levantando suspeita da real identidade durante o procedimento de Identificação Criminal, devido inconsistências percebidas pelo papiloscopista de plantão, Jefferson Santos. O resultado do processo de identificação foi divulgado nesta quinta-feira, 15.
Após alguns questionamentos, o suspeito reforçou a possibilidade de falsidade ideológica ao informar que, na verdade, se chamava Flávio José, levando o papiloscopista a realizar buscas no sistema do Instituto de Identificação, localizando prontuários civis e confrontando as impressões digitais. Com os procedimentos papiloscópicos, foi confirmada que o preso era, de fato, Flávio.
A ação reitera a importância do trabalho investigativo de papiloscopistas mediante a parceria entre a Polícia Científica e a Polícia Civil, evitando, assim, falhas de identificação em processos envolvendo as forças policiais, Ministério Público e Poder Judiciário.
“Todo esse trabalho é feito de forma muito minuciosa, para que a gente consiga, realmente, evitar que o sistema de segurança pública seja fraudado e evite que o Ministério Público seja induzido ao erro. É esse trabalho de identificação que impede, inclusive, que o preso passe por uma audiência de custódia com um nome que não é o dele. Portanto, o serviço do papiloscopista é identificar oficialmente as pessoas que estão sendo levadas a custódia e a apreciação do Poder Judiciário, ajudando, assim, nos inquéritos e no trabalho do Ministério Público”, explica o papiloscopista Jefferson Santos.
Fonte SSP