Por Professor Leonardo Lisboa*
Não se fala em outro assunto nas ruas de Aracaju, as eleições municipais rumo a prefeitura tem ocupado as redes sociais, os espaços de vivência e tem sido o assunto principal em rodas de amigos, familiares e conhecidos. Me parece que o eleitor brasileiro em grande medida tomou gosto pelo debate público.
Em falando de Aracaju, temos um cenário no mínimo curioso, temos uma chapa que tem tirado o sono do sistema, de um grupo que está no poder há quase vinte anos e parece querer ficar mais tempo. As informações dão conta que nos porões da política, as candidaturas de Emília e Ricardo tem incomodado muita gente. Gente graúda, gente importante e que se acha dono da cidade.
O tão famoso marketing do mal tem trabalhado dia e noite para encontrar pelo em ovo. A máquina de moer reputação está a todo vapor, as milícias virtuais estão agindo, rios de dinheiro sujo circulando pelas ruas, jornalistas corrompidos destilam ódio e fakes news contra Emília Corrêa e Ricardo Marques. Em verdade, são todos contra um. O sistemão está preocupado, a estrutura de poder está em sinal de alerta. Eles estão todos desesperados, não querem largar o osso.
Nas ruas, o povo já escolheu um lado, abraçou de corpo, alma e coração a chapa de Emília e Ricardo, todas as pesquisas mostram a liderança isolada da candidata do PL que tem em seu vice, o jornalista Ricardo Marques um aliado de peso. Um vice-prefeito que todas as outras chapas gostariam de ter. A última pesquisa eleitoral apontou que Emília tem quase 50% dos votos validos, existe uma grande chance da vitória em primeiro turno.
O clima na rua tem sido de total apoio e receptividade calorosa e afetiva aos prefeituráveis. As caminhadas, carreatas e atos de campanha tem movimentado uma legião de fãs, apoiadores e admiradores dos vereadores Emília Corrêa e Ricardo Marques. A sensação é que o povo já escolheu a sua prefeita e o vice-prefeito. No que depender das pesquisas e do clima nas ruas, novos tempos estão chegando, a prefeitura de Aracaju em 2025 será comandada por Emília e Ricardo. E como diz a música de Toquinho: Quem viver, verá.
*Professor Leonardo Lisboa é comentarista político