Aracaju, 3 de abril de 2025
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Prefeitura decide suspender pagamentos da gestão anterior por 60 dias

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A Prefeitura de Aracaju informou  que decidiu suspender por  de 60 dias, os pagamentos relativos a despesas de exercícios anteriores referentes à aquisição ou locação de bens, produtos ou serviços de terceiros.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (10) e não afeta os pagamentos dos serviços essenciais de fornecimento de água e energia elétrica.

Segundo a Prefeitura, a decisão foi necessária diante da situação financeira encontrada. “Trata-se de um freio para arrumar a casa e planejar esses pagamentos de forma mais criteriosa e responsável”, diz a nota, destacando que “a realidade financeira não condiz com as declarações feitas pela gestão anterior”.

Em nota, a gestão diz que o decreto de nº7.973 foi estabelecido diante da dívida de mais de R$ 200 milhões deixada pela gestão anterior. “Trata-se de um freio para arrumar a casa e planejar esses pagamentos de forma mais criteriosa e responsável, visto que a situação financeira encontrada não condiz com o que está sendo propagado pelo prefeito anterior”, disse a prefeitura.

O decreto exige que os dirigentes de órgãos e entidades da gestão municipal adotem medidas para a redução dos custos, sendo algumas delas a realização do inventário de materiais e bens, a suspensão de licitações e despesas com eventos e a análise e revisão de contratos e procedimentos anteriores.

A medida visa organizar as finanças municipais e analisar detalhadamente as despesas não quitadas até 31 de dezembro de 2024. “Tanto as que ficaram inscritas em restos a pagar (processados ou não), bem como as que simplesmente não foram registradas no orçamento passado e que precisarão ser empenhadas como despesas de exercícios anteriores, o que nesse caso compromete inclusive o orçamento do exercício 2025”, diz o comunicado.

Por fim, a administração explicou que a análise das despesas será feita pelo Comitê de Gestão do Munícipio (COGEST), formado pela Procuradoria Geral do Município (PGM), pela Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog) e Secretaria de Governo (Segov).

 

A Prefeitura de Aracaju informou  que decidiu suspender por  de 60 dias, os pagamentos relativos a despesas de exercícios anteriores referentes à aquisição ou locação de bens, produtos ou serviços de terceiros.

Segundo a Prefeitura, a decisão foi necessária diante da situação financeira encontrada. “Trata-se de um freio para arrumar a casa e planejar esses pagamentos de forma mais criteriosa e responsável”, diz a nota, destacando que “a realidade financeira não condiz com as declarações feitas pela gestão anterior”.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (10) e não afeta os pagamentos dos serviços essenciais de fornecimento de água e energia elétrica.

Em nota, a gestão diz que o decreto de nº7.973 foi estabelecido diante da dívida de mais de R$ 200 milhões deixada pela gestão anterior. “Trata-se de um freio para arrumar a casa e planejar esses pagamentos de forma mais criteriosa e responsável, visto que a situação financeira encontrada não condiz com o que está sendo propagado pelo prefeito anterior”, disse a prefeitura.

O decreto exige que os dirigentes de órgãos e entidades da gestão municipal adotem medidas para a redução dos custos, sendo algumas delas a realização do inventário de materiais e bens, a suspensão de licitações e despesas com eventos e a análise e revisão de contratos e procedimentos anteriores.

A medida visa organizar as finanças municipais e analisar detalhadamente as despesas não quitadas até 31 de dezembro de 2024. “Tanto as que ficaram inscritas em restos a pagar (processados ou não), bem como as que simplesmente não foram registradas no orçamento passado e que precisarão ser empenhadas como despesas de exercícios anteriores, o que nesse caso compromete inclusive o orçamento do exercício 2025”, diz o comunicado.

Por fim, a administração explicou que a análise das despesas será feita pelo Comitê de Gestão do Munícipio (COGEST), formado pela Procuradoria Geral do Município (PGM), pela Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog) e Secretaria de Governo (Segov).

 

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