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Aracaju, 30 de maio de 2026

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Sergipe Del Rei – Uma Capitania de privilégios, escreve o blogueiro Thiago Reis

ARTIGO

Por Thiago Reis

Apesar da ilustração acima ter como pano de fundo a Bandeira Brasileira, tratemos hoje sobre a realidade macabra que toma conta das terras do Cacique Serigy.

É bem verdade como mesmo menciona a ilustração dessa matéria, as “As múltiplas faces da corrupção e seus efeitos na democracia contemporânea” são diretamente responsáveis pelo aparelhamento das instituições, corrompendo-as como um câncer, exterminando qualquer significado que se aproxime do anseio da sociedade por uma verdadeira democracia em todas às suas esferas de Poder.

Mas lamentavelmente, o podemos constatar não só em Sergipe, como em todo Brasil, é que não existe mais esperança em dias melhores, e por mais que nós esforcemos à crer em um futuro melhor, próspero…o realmente vemos prosperar é a hipocrisia dos ditos “representantes do povo” em detrimento da garantia em sua integralidade dos direitos da sociedade.

Porque por enquanto, o povo tem apenas o dever de ficar calado, não questionar, não se manifestar, sendo apenas e tão somente, subservientes à condição de reféns de um sistema que privilegia os interesses de políticos e figuras públicas que não estão nem aí para as demandas da população.

Em todo o país as pessoas assistem estarrecidos a instauração de um Estado de Exceção capitaneado pela Corte Suprema, mas aqui nas Terras do Cacique Serigy, essa nefasta realidade já é à tempos praticada livremente.

Corruptos que construíram fortunas assaltando os cofres públicos por meio de licitações fraudulentas a partir de empresas de fachada, tem seus crimes abonados pelos órgãos fiscalizadores (Tribunal de Contas e Ministério Público), tornando o Judiciário um mero “Poder Coadjuvante”, que serve apenas ao interesses duma casta distinta de corruptos.

Por essa razão que Sergipe Del Rei é uma Capitania de Privilégios; porque os que estão acostumados a construir patrimônio de forma ilícita, assaltando os cofres públicos, têm interesses em comum e “pintam” uns aos outros como “pessoas de bem”, como se suas índoles corruptas conferissem uma moralidade imaculada aos olhos da sociedade.

Daí a esperança diminuta em dias melhores para o Brasil e para as terras do Cacique Serigy; porque onde existe o aparelhamento das instituições de modo a preservar o interesse comum dos corruptos que aqui existem, não há qualquer tipo de esperança para a sociedade.

E mesmo que aqui fosse declinado o nome das inúmeras figuras públicas envolvidas em diversos escândalos que produziram grande prejuízo aos cofres do Estado, de nada adiantaria, porque o aparelhamento das instituições fiscalizadoras privilegia o interesse da cambada de filha da puta que vive às custas do erário.

No entanto, conservo em mim a expectativa de que por meio da persistência, esse estado de privilégios e exceções não vá durar muito tempo em Sergipe. Logo em breve as Verdades de Sergipe serão conhecidas pela sociedade, que incitada pela indignação, cobrará que o Poder Público abandone a condição subserviente e passe a de fato representar os interesses do povo sergipano.

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