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Aracaju, 30 de maio de 2026

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Valmir decide candidatura neste sábado ou parte para decisão do STF com risco de anular os votos

Uma reunião preliminar realizada na manhã desta sexta-feira (09), sobre a posição que será adotada com a impugnação da candidatura de Valmir de Francisquinho (PL) e a do seu filho, Tallysson de Valmir a deputado federal, definiu de concreto apenas a mudança na chapa para a Câmara. O filho mais novo, Icaro será o candidato a Federal, embora o nome de Emília Correa (Patriota) também tenha sido sugerido para o lugar de Tallysson.

Durante a conversa, que aconteceu na cidade referência de Francisquinho, Itabaiana, no agreste de Sergipe, não se chegou a nenhuma outra decisão, porque tudo será resolvido em nova reunião já marcada para este sábado (10), com membros do Partido Liberal e outras legendas que formam o grupo de apoio à candidatura de Valmir.

Durante o encontro desta sexta-feira houve alguns desacordos entre os seis advogados que conduzem o processo: três deles acha que Francisquinho deve manter sua candidatura até o julgamento dos embargos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os outros três acha melhor que ele desista pelo fim da data para apresentar outro nome, que será na segunda-feira (12).

Segundo um filiado ao partido, houve um equívoco de não se pensar em um plano “B”, desde que se iniciaram os processos contra Valmir e o filho. Nesse momento de curto espaço de tempo, precisa-se de um outro nome, as não existe. Muitos dos liberais lembram de Eduardo Amorim. mas a cúpula do Partido Liberal já decidiu: “Eduardo do será candidato a senador”.

Ainda na reunião, o bloco discutiu se apoia Rogério Carvalho (PT), Alessandro Vieira ou indica Emília Correa e define outro nome para vice. Segundo a mesma fonte, que informou via whatsApp, Valmir de Francisquinho está “sob pressão dos irmãos Amorim para manter a candidatura a governador, como forma de sustentar a campanha de Eduardo ao Senado. Já em relação a Alessandro Vieira (PSDB), Valmir disse a apoiadores que lhe foi oferecida as secretarias de Segurança e Saúde em caso de vitória.

O senador Alessandro Vieira (PSDB) esclareceu, na noite desta sexta-feira, “que nunca existiu nada neste sentido [oferta de Secretarias]. O diálogo com Valmir e seu grupo é constante há muito tempo, mas sem hipótese de “toma lá, dá cá”.

Juridicamente o candidato Valmir de Francisquinho tem que esperar a decisão do TSE para decidir sobre os embargos, ou entrar no Supremo Tribunal Federal para julgamento urgente urgentíssimo que pode liberar o registro eleitoral, que anula os votos e só libera com a decisão definitiva dos embargos no TSE.

 

 

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